O jogo contra o Greval começou com cheiro de goleada e sabor de vitória fácil. Logo aos 4 minutos, Marquinhos abriu o placar. Aos 13, ele mesmo serviu Arthur, que marcou o segundo gol do time. O Brasília teve a chance de fazer mais 2 ou 3 gols, talvez golear. Foram três contra-ataques desperdiçados e uma chance claríssima perdida cara a cara com o goleiro.
Em vez de matar o jogo no primeiro tempo, o Brasília resolveu poupar o rival. E custou caro. Resultado? Aos 43 minutos, o atacante Arthur do Greval resolveu mostrar como se faz e diminuiu o placar castigando o preciosismo do Brasília.
Expulsão e surpresa no segundo tempo
O segundo tempo reservou um roteiro dramático. Aos 7 minutos, Kalebe, o camisa 5 do Greval, esqueceu a bola e desferiu um pontapé completamente irresponsável no jogador do Brasília. Cartão vermelho direto! Rua!
Com um homem a mais, o cenário era perfeito para o Brasília administrar o jogo. Tinha a faca e o queijo na mão. Mas o futebol é uma caixinha de surpresa. O Greval se agigantou com a desvantagem numérica e passou a jogar melhor. A insistência dos visitantes funcionou aos 34 minutos, quando o camisa 10, Khaue, balançou as redes e decretou o empate.
Alívio nos acréscimos
Quando o empate com sabor de derrota já parecia selado por pura incompetência de não ter matado o jogo antes, o milagre aconteceu. Aos 47 minutos, Lucas, que saiu do banco de reservas para salvar o dia, foi derrubado na área. Pênalti!
O atacante Pezão foi para a cobrança com o peso do mundo nas costas, mas bateu com a frieza de um iceberg. Bola na rede, vitória por 3 a 2 garantida no apagar das luzes e três pontos na conta.
O Brasília agora soma 6 pontos e segue voando na competição, mas que sirva de lição: da próxima vez, é melhor matar o jogo o quanto antes para garantir os pontos da vitória e não brincar com o coração do torcedor.
